REGULAMENTO

REGULAMENTO DA SOCIEDADE DOS VIAJANTES DE MOTO

“Carpe diem quam minimum credula postero”

 

CAPÍTULO 1

APRESENTAÇÃO E OBJETIVO

Art. 1º. O nome Sociedade dos Viajantes de Moto (SVM), é uma alusão ao filme “Sociedade dos Poetas Mortos” (Dead Poet Society), cuja mensagem principal inspira o motociclista a se libertar de velhos paradigmas imobilizantes e buscar a realização de seus sonhos, o mais cedo possível.

Art. 2º. No logotipo da SVM, o rosto meio humano e meio androide é uma representação simbólica do HIBRIDISMO HOMEM-MÁQUINA, que o motociclista precisa alcançar, em termos de INTEGRAÇÃO PLENA COM A MOTOCICLETA, que lhe possibilitará desenvolver a melhor dinâmica da moto na via, em termos de melhor desempenho e efetiva redução de risco.

Art. 3º. O slogan em latim “Carpe diem quam minimum credula postero”, é uma frase extraída de uma das Odes, Horácio (65 a.C. – 8 a.C.), que pode ser traduzido como “Aproveita o dia de hoje e confie o mínimo possível no amanhã”, ou como “Life is short. The road is long. Go now!”, tem a intenção de ser um alerta existencial para que o motociclista não postergue, ou não deixe para depois a realização de seus sonhos, simplesmente, porque o amanhã é naturalmente incerto e subitamente, poderá não existir.

Art. 4º. A SVM é constituída com base em uma ação entre amigos motociclistas de larga e reconhecida experiência de motociclismo de estrada, cuja participação voluntária de cada motociclista, em instrução, passeio, viagem ou evento, como colaborador, instrutor ou componente de uma equipe de Road Captain, será realizada em função de convite da SVM e da correspondente aceitação e disponibilidade do convidado.

Art. 5º. Com base em sua Doutrina de Pilotagem Defensiva (DPD), a SVM tem como objetivo promover a Instrução Especializada nas seguinte modalidades de motociclismo:  Pilotagem Defensiva de Motocicletas, Comboio Civil de Motocicletas (Trem de Motos) e Viagem de Moto.

Art. 6º. A SVM possui os seguintes paradigmas pétreos, que devem nortear as concepções e as ações de seus integrantes:

I. MISSÃO - Desenvolver e difundir uma DOUTRINA DE PILOTAGEM DEFENSIVA, simples, clara e efetiva, que tem como OBJETIVO possibilitar a DINÂMICA IDEAL para o deslocamento da moto na estrada e no trânsito, com a FINALIDADE de capacitar o motociclista a realizar a EFETIVA REDUÇÃO DE RISCO, além de desenvolver o MELHOR DESEMPENHO, em pilotagem solo ou liderando um Trem de Motos, durante passeios ou viagens de longa distância.

II. VISÃO – Ser a maior referência nacional de formação de motociclistas, em Pilotagem Defensiva, Road Captains (Comboio Civil) e Viajantes de Moto, no Brasil.

III. VALORES – Os principais valores preconizados pela SVM são a CORAGEM, por ser um atributo imprescindível ao Viajante de Moto; o RESPEITO, que deve ser recíproco entre todos os motociclistas, incluindo o respeito às leis de trânsito e aos motoristas; e a UNIÃO, por ser a essência da irmandade que deve ser o motociclismo, independentemente de marca ou cilindrada, que se caracteriza pela prestação de apoio mútuo entre os motociclistas, em qualquer lugar do mundo.


CAPÍTULO 2

DOUTRINA DE PILOTAGEM DEFENSIVA

Art. 7º. A Doutrina de Pilotagem Defensiva preconizada pela SVM é baseada nos seguintes FUNDAMENTOS:

I. Extrato da EXPERIÊNCIA DE ESTRADA (Old School) transmitida boca-a-boca entre os motociclistas viajantes;

II. DOUTRINA DE SEGURANÇA DE VOO da Força Aérea, cuja pedra angular pode ser “APRENDER com os erros alheios, a fim de que não sejam repetidos”; e

III. LEI nº. 9.503, 23Set1997 - Código de Trânsito Brasileiro.

Art. 8º.  A Doutrina de Pilotagem Defensiva preconizada pela SVM possui a seguinte ESTRUTURA doutrinária:

I. Princípio Crítico de Deslocamento norteador, ANTECIPAÇÃO, que definem a ESTRATÉGIA DE PILOTAGEM a ser empregada na via, em função da análise de POSIÇÃO e da VELOCIDADE;

II. Princípio Crítico de Deslocamento norteador, MOBILIDADE, que definem a ESTRATÉGIA DE PILOTAGEM a ser empregada na via, em função da oportunidade de ULTRAPASSAGEM; e

III. PROTOCOLOS DE PILOTAGEM DEFENSIVA deduzidos, que definem a sequência de procedimentos ou AÇÕES TÁTICAS ou EXECUTÁVEIS, a serem realizadas na via.

Art. 9º. O objetivo precípuo da Doutrina de Pilotagem Defensiva é capacitar o motociclista a empregar uma DINÂMICA IDEAL de deslocamento da moto na via, visando a EFETIVA REDUÇÃO DE RISCO e a consequente melhoria do DESEMPENHO.”

Art. 10. Visando difundir entre os motociclistas a Doutrina de Pilotagem Defensiva preconizada pela SVM, é mantido o WEBSITE da Sociedade dos Viajantes de Moto, no endereço: www.svm-pd.com.br

, cujo conteúdo será regularmente atualizado.

 

CAPÍTULO 3

INSTRUÇÃO DE PILOTAGEM DEFENSIVA

Art. 11. A Instrução Teórica de Pilotagem Defensiva será ministrada mediante WORKSHOPS (Palestras Interativas) e elaborado com base nos PRINCÍPIOS CRÍTICOS DE DESLOCAMENTO norteadores, que visam possibilitar ao motociclista:

I. a capacidade de desenvolver melhores padrões de pilotagem, em DESEMPENHO, ECONOMIA e SEGURANÇA, imprescindíveis aos passeios e viagens de longa distância; e

II. o condicionamento no emprego dos PROTOCOLOS DE PILOTAGEM DEFENSIVA deduzidos, que são definidos, obedecendo aos seguintes REQUISITOS:

1º. REDUZIR O RISCO para o Motociclista ou Comboio Civil (Trem de Motos);

2º. SER SIMPLES e EFETIVO em sua execução; e

3º. OBEDECER ao CTB, NÃO DIFICULTANDO O TRÂNSITO dos demais veículos, visando o RESPEITO mútuo.

Art. 12. O conteúdo da Instrução é constituído pelos MÓDULOS DE PILOTAGEM DEFENSIVA, assim segmentados:

I. M1 - FUNDAMENTOS ESSENCIAIS DE PILOTAGEM – aborda os conhecimentos essenciais ao CONTROLE DA MOTOCICLETA, tais como as melhores práticas de aceleração e frenagem, manobras em baixa velocidade, ultrapassagens, tipos básicos de curvas e seus batentes de velocidades;

II. M2 - PRINCÍPIOS CRÍTICOS DE DESLOCAMENTO - definem a DINÂMICA IDEAL para o deslocamento da moto na via, visando a EFETIVA REDUÇÃO DE RISCO e o consequente BOM DESEMPENHO;

III. M3 - COMBOIO CIVIL 1 – aborda regras e atitudes consolidadas nos Protocolos de Pilotagem Defensiva, baseados nos Módulos anteriores, que são essenciais para o piloto INTEGRAR UM TREM DE MOTOS;

IV. M4 - COMBOIO CIVIL 2 – aborda regras e atitudes consolidadas nos Protocolos de Pilotagem Defensiva, baseados nos Módulos anteriores, que são essenciais para o piloto CONDUZIR UM TREM DE MOTOS;

V. M5 - VIAGEM DE MOTO - aborda conhecimentos essenciais, tais como PLANEJAMENTO, NAVEGAÇÃO e EXPERIÊNCIAS práticas, a fim de possibilitar ao motociclista a AUTONOMIA e a INDEPENDÊNCIA imprescindíveis às viagens de longa distância; e

VI. M6 - PILOTAGEM SOB CONDIÇÕES EXTREMAS – aborda conhecimentos que extrapolam a normalidade da pilotagem urbana, devido a CLIMA RADICAL, GEOGRAFIA HOSTIL e condições precárias de estrada.

Art. 13. As CERTIFICAÇÕES realizadas pela SVM, abaixo elencadas, estão em ordem sequencial de prioridade, onde a certificação antecedente é EXIGÊNCIA indispensável para possibilitar a Certificação subsequente:

I. PILOTAGEM DEFENSIVA (Redução de Risco);

II. COMBOIO CIVIL (Trem de Motos);

III. VIAGEM DE MOTO;

IV. ROAD CAPTAIN & ROAD NAVIGATOR; e

V. INSTRUTOR DE PILOTAGEM DEFENSIVA.

 

CAPÍTULO 4

CERTIFICAÇÃO DE ROAD CAPTAIN

Art. 14. A Certificação básica de ROAD CAPTAIN será concedia pela SVM ao motociclista, que:

a. possua a Certificação em Pilotagem Defensiva, emitidas pela SVM;

b. possua a Certificação em Comboio Civil (Trem de Motos), emitidas pela SVM;

c. possua a certificação em Viagem de Moto, emitidas pela SVM; e

d. seja AVALIADO e APROVADO, durante a realização do ROAD CAPTAIN TEST RIDE DAYS, tudo conforme o PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO DE ROAD CAPTAIN (CRC), publicado no website da SVM.

Art. 15. A Certificação em PILOTAGEM DEFENSIVA será concedia pela SVM ao motociclista, que tenha sua presença comprovada nos Workshops de Instrução referente aos Módulos M1 e M2, discriminados no Art. 11 deste Regulamento.

Art. 16. A Certificação em COMBOIO CIVIL (Trem de Motos) será concedia pela SVM ao motociclista, que tenha sua presença comprovada no Workshop de instrução referente aos Módulos M3 e M4, discriminado no Art. 11 deste Regulamento.

Art. 17. A Certificação em VIAGEM DE MOTO será concedia pela SVM ao motociclista que, que tenha sua presença comprovada nos Workshops de instrução referente aos Módulos M5 e M6, discriminados no Art. 11 deste Regulamento.

 

CAPÍTULO 5

PROGRESSÃO DE CAPACIDADE OPERACIONAL DE RC

Art. 18. A fim de possibilitar a maior SEGURANÇA nos deslocamentos dos Trens de Moto (Comboio Civil), será adotada a Progressão de Capacitação Operacional, no exercício das funções inerentes a ROAD CAPTAIN, como estímulo ao aperfeiçoamento continuado do motociclista, visando a excelência como piloto e a máxima competência em REDUZIR O RISCO na via.

 

Art. 19. A Progressão de Capacitação Operacional visa valorizar a dedicação e a competência do motociclista, criando uma distinção de níveis operacionais, desde o iniciante na função até o mais capacitado, e será processada em 5 (cinco) fases, conforme tudo conforme o PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO DE ROAD CAPTAIN (CRC), publicado no website da SVM.

 

CAPÍTULO 6

ORGANIZAÇÃO

Art. 20. A SVM adota a seguinte estrutura administrativa, ainda em formação:

I – Presidência

II – Corpo de Instrutores

III – Corpo de Road Captains

IV - Secretaria

 

CAPÍTULO 7

COMPETÊNCIAS

Art. 21. Ao Presidente compete:

I – Trabalhar com afinco pelo reconhecimento da importância do trabalho da SVM para a segurança no motociclismo, pelas comunidades de motociclistas e viajantes de moto;

II - Zelar pela integridade e atualidade da Doutrina de Pilotagem Defensiva da SVM;

III – Zelar pelo cumprimento preciso dos Princípios Críticos de Deslocamento norteadores, assim como dos Protocolos de Pilotagem Defensiva Deduzidos, no âmbito dos integrantes da SVM;

IV – Aprovar a customização da programação de Workshops de Imersão em Pilotagem Defensiva e Processo de Certificação de Road Captain, a serem ministrados e realizados fora da cidade do Rio de Janeiro;

V – Zelar para a manutenção do controle e registro dos Processos de Certificação implementados pela SVM;

VI – Planejar e executar o RC Test Ride Day, quando houver suficiente demanda; e

VII – Realizar as Cerimônias de Certificação, principalmente, ao que tange a formação de Road Captain e Instrutor;

VIII – Presidir o Conselho de Instrutores, conforme o Art. 24 deste Regulamento, no processo de avaliação de candidato a Instrutor da SVM ou quaisquer outras deliberações julgadas necessárias.

Art. 22. Aos Instrutores compete:

I – Zelar pelo cumprimento preciso dos Princípios Críticos de Deslocamento norteadores, assim como dos Protocolos de Pilotagem Defensiva Deduzidos preconizados pela SVM;

II – Colaborar nos Workshops de Imersão em Pilotagem Defensiva e Processo de Certificação de Road Captain, a serem ministrados e realizados fora da cidade do Rio de Janeiro;

III – Colaborar com a manutenção do controle e registros do Processo de Certificação em Pilotagem Defensiva e de Road Captain;

IV – Colaborar na executar o RC Test Ride Day, quando houver suficiente demanda; e

V – Colaborar nas Cerimônias de Certificação, principalmente, ao que tange a formação de Road Captain e Instrutor.

VI – Usar o Patch de Instrutor da SVM em seu colete ou jaqueta de viagem;

VII - Divulgar a existência da SVM, convidando os amigos motociclistas a visitarem o website www.svm-pd.com.br e participarem dos Workshops de Pilotagem Defensiva;

VIII – Apoiar as Instruções e Avaliações da SVM, dentro de suas possibilidades;

IX – Participar do Conselho de Instrutores a fim emitir parecer favorável ou desfavorável, quanto a aprovação de candidato a condição de Instrutor da SVM, proposto pelo Presidente;

X – No Conselho de Instrutores, votar para eleger o futuro Presidente, no impedimento definitivo do atual.

Art. 23. Aos Road Captains compete:

I – Usar o Patch de Road Captain da SVM em seu colete ou jaqueta de viagem;

II – Praticar os Princípios Críticos de Deslocamento e cumprir os Protocolos de Pilotagem Defensiva Deduzidos preconizados pela SVM;

III - Divulgar a existência da SVM, convidando os amigos motociclistas a visitarem o website www.svm-pd.com.br e se inscreverem nos Workshops de Pilotagem Defensiva;

IV - Apoiar a SVM, nos Cursos de Pilotagem Defensiva e na Certificação de Road Captain, além de participar nas Equipes de RC, durante os passeios e viagens promovidos pela SVM, dentro de suas possibilidades; e

V – Envidar esforços para ascender a condição de Instrutor da SVM.

Art. 24. Ao Secretário compete:

I – Prospectar, administrar e coordenar a captação e emprego de doações e outros recursos financeiros, inerentes ao funcionamento da SVM;

II – Providenciar e coordenar o apoio logístico para a equipe da SVM, em viagens a serviço;

III – Providenciar a infraestrutura logística e os materiais e equipamentos necessários a realização de Workshops de Pilotagem Defensiva;

IV - Providenciar a infraestrutura logística e os materiais necessários a realização da Cerimônia de Certificação de participação nos Módulos e de formação de Road Captain;

V – Zelar pela marca e logotipo da SVM, incluindo a manutenção de seus registros nos órgãos competentes;

VI – Disponibilizar os seguintes Certificados emitidos pela SVM:

a) Pilotagem Defensiva de Motocicleta;

b) Comboio Civil (Trem de Motos);

c) Viagem de Moto;

d) Road Captain & Road Navigator; e

e) Instrutor de Pilotagem Defensiva.

VII – Disponibilizar os Patches (distintivos bordados ou emborrachados) SVM:

a) SVM;

b) Road Captain

c) Road Navigator; e

d) Instrutor.

VIII – Controlar a agenda de compromissos da SVM, em âmbito nacional.

IX – Prospectar simpatizantes, que tenha bom trânsito entre os motociclistas e entidades afins, a fim de potencializar a captação de interessados nos serviços prestados pela SVM.

XI – Providenciar a satisfação das necessidades operacionais e da infraestrutura para as instruções a serem ministradas pela SVM, no Rio de Janeiro.

XII – Coordenar com os motociclistas certificados, quanto as necessidades operacionais e a infraestrutura para os eventos da SVM, em suas cidades.

XIII – Adquirir, controlar e coordenar o emprego dos materiais e equipamentos da CVM.

XIV – Verter paras línguas inglesa e espanhola os textos da SVM, a fim de facilitar a pesquisa internacional do website.

XV – Anualmente, pagar o registro anual do website www.svm-pd.com.br.

XVI – Providenciar todo o apoio logístico pertinente e necessário a realização das reuniões do Conselho de Instrutores.

XVII – Convocar e presidir o Conselho de Instrutores, no impedimento definitivo do Presidente da SVM.

 

CAPÍTULO 8

DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 25. O provimento de cargos e funções obedecerá às seguintes diretrizes:

I - O Presidente é Instrutor da SVM com boa reputação e bom trânsito entre os motociclistas.

II – Os Instrutores são Road Captains e viajantes de moto com experiência de viagens, nacionais e internacionais, com domínio pleno no emprego dos Princípios e Protocolos preconizados pela SVM.

Art. 26. O Conselho de Instrutores é um órgão de assessoramento do Presidente, composto pelos Instrutores, e funcionará segundo as seguintes orientações:

I - As reuniões do Conselho de Instrutores serão convocadas e presididas pelo Presidente da SVM, sob demanda.

II - A conclusão dos Processos de Certificação de Instrutor da SVM ocorrerá durante a reunião do Conselho de Instrutores.

III – Os atos e fatos promovidos pela SVM, além da pauta e decisões das reuniões do Conselho de Instrutores serão registrados em ata, a ser publicada nas mídias sociais e website da SVM, no que couber.

IV – A reunião do Conselho de Instrutores será realizada na cidade em que puder congregar o maior número de presenças.

V – Cada demanda será decidida pelos votos ou pareceres dos Instrutores e definidas por maioria simples, devendo considerar o Voto de Minerva de quem presidir a reunião, em caso de empate.

Art. 27. Visando facilitar a comunicação remota entre os membros da SVM, oportunamente serão criados os seguintes grupos de comunicação coletiva (WhatsApp):

I - O grupo de nome “SVM Direção”, é integrado pelo Presidente, Instrutores e Secretário, obedecendo a seguinte orientação:

a. O Presidente será o administrador e moderador desse grupo;

b. A imagem utilizada como identificação do grupo será a logo circular da SVM; e

c. É recomendável que as informações e temas abordados no grupo sejam de caráter operacional e funcional, se restringindo exclusivamente a assunto pertinentes a SVM.

II – O grupo de nome “Sociedade dos Viajantes de Moto”, é integrado pelo grupo “SVM Direção” e pelos Road Captains Certificados pela SVM, obedecendo a seguinte orientação:

a. Os integrantes do grupo “SVM Direção” serão os administradores e moderadores desse grupo;

b. A imagem utilizada como identificação do grupo será a logo circular da SVM; e

c. É recomendável que as informações e temas abordados no grupo sejam de caráter operacional e funcional, se restringindo exclusivamente a assunto pertinentes a SVM.

Art. 28. Os Road Captains certificado em quaisquer grupos, comunidades ou instituições, desde que a instrução tenha sido ministrada e o processo de certificação tenha sido conduzido por Instrutores da SVM, poderão passar a condição de RC da SVM, mediante solicitação formal de homologação.

Art. 29. Os casos não previstos neste Regulamento serão submetidos à apreciação do Presidente para decisão com o assessorado pelo Conselho de Instrutores, a fim de que seja publicada em ata.

Art. 30. Este Regulamento e seus documentos subsidiários serão atualizados, regularmente, em função das adequações necessárias e das demandas estruturais e operacionais.

Art. 31. Esse regulamento entrará em vigor na data de sua publicação no website da SVM.

 

Um acidente é a convergência de pequenas falhas desculpáveis - SVM.

 

Rio de Janeiro, 08 de maio de 2021.

 

Artur Albuquerque

Presidente da SVM